"Nenhuma vida importa até as vidas negras importarem": os protestos contra a morte de George Floyd pela câmara de uma realizadora portuguesa

Catarina de Sousa esteve presente nas manifestações pacíficas em Brooklyn e registou vozes e rostos do protesto, que terminou com uma representação colectiva simbólica do que aconteceu a George Floyd.

Os Estados Unidos têm saído à rua há uma semana para protestar contra a morte de George Floyd, asfixiado pelo joelho do polícia Derek Chauvin em Mineápolis. A realizadora e produtora de cinema portuguesa Catarina de Sousa, a viver em Nova Iorque, esteve presente nas manifestações pacíficas e gravou as vozes e os rostos dos que marcharam contra o racismo e a violência policial.

Às milhares de pessoas que desfilaram pelas ruas de Brooklyn juntavam-se também pelo caminho gestos e vozes das janelas, das varandas e das entradas dos edifícios por onde passava o protesto, que terminou com a maioria dos presentes a deitarem-se no chão gritando pelo nome de George Floyd e as palavras que proferiu nos minutos em que estava a ser sufocado.

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