Lisboa recebe o festival de francesinhas. Já provou uma “francesinha doce”?

Prometem-se mais de 15 variedades da iguaria em nova edição desta festa em que participam cinco casas do Porto. É um festival sem plástico e este ano há novidades.

Santa Francesinha
Fotogaleria
Santa Francesinha DR
Restaurante
Fotogaleria
Cufra DR
Francesinha
Fotogaleria
Alicantina DR
Fotogaleria
Alfândega d'Ouro DR
Francesinha
Fotogaleria
O festival tem entrada livre. DR
Fotogaleria
Em média, são servidas duas mil pessoas por dia. DR

Santa Francesinha, Cufra, Alicantina, Alfândega d’Ouro e Taberna Portuense são os restaurantes que marcam presença na 14.ª edição do Festival de Francesinhas em Lisboa. A ementa inclui mais de quinze francesinhas diferentes, com preços que vão de 6 a 12 euros, para comer “como se estivesse” no Porto. De 3 a 8 de Dezembro, o festival estará na FIL do Parque das Nações, em Lisboa. 

Para “responder às reclamações dos clientes” este ano há uma novidade: “toda a zona envolvente do festival vai ser coberta e climatizada para aumentar o conforto dos clientes, esta era a maior queixa que sempre tínhamos”, disse à Fugas Francisco Freixinho, director do evento.

Outra das novidades é que este ano vai haver uma sobremesa, “também em forma de francesinha”, feita pela Alicantina, e um concurso para a escolha do seu nome. A experiência que têm tido em festivais e o facto de “as pessoas começarem a perguntar por alguma sobremesa relacionada com francesinha fez com que a criássemos”, disse à Fugas António Valente, um dos gerentes do restaurante Alicantina.

PÚBLICO -
Foto
Francesinha Doce, a sobremesa que vai marcar presença no festival DR

Esta espécie de “francesinha doce” é feita com pão-de-ló recheado de ovos moles de Aveiro e creme de ovo, “que teve de ser um pouco mais líquido do que o normal”, para imitar o molho da francesinha. “Como somos restaurante e confeitaria, fazia todo o sentido criarmos algo assim”, concluiu.

Um “festival sem plástico” também faz parte do conceito que a organização quer na feira. Há três anos decidiram eliminar os talheres de plástico, depois os pratos. “Estamos agora perante um festival 100% sem plástico, é tudo em louça e os copos são reutilizáveis”, contou Francisco.

“O balanço é muito positivo e o impacto que tivemos na cidade também é notório: no primeiro ano do festival, em 2013, só havia três restaurantes de francesinha em Lisboa, agora há 18”, comenta o responsável.

O festival existe desde 2013 e vai na 14.ª edição – inicialmente realizavam-se duas edições por ano. A média de visitantes por dia, segundo a organização, é de 2000 pessoas.