O segredo para um casamento feliz? Jada Pinkett Smith responde

Casada há 22 anos com Will Smith, Jada Pinkett Smith confessa que a palavra “esposa” lhe causa arrepios e explica como quebrar convenções ajuda à longevidade da relação.

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Mario Anzuoni/Reuters

Casada há 22 anos com Will Smith, Jada Pinkett Smith confessa que a palavra “esposa” lhe causa arrepios e explica como quebrar convenções ajuda à longevidade da relação. Em entrevista ao The Guardian, a actriz Jada Pinkett Smith confessa que, apesar do seu casamento feliz com Will Smith, a vida de casada nunca lhe pareceu especialmente apelativa. “Eu sei que não fui feita para viver um casamento convencional”, assume. Já sobre a palavra “esposa”, a Niobe da saga Matrix afirmou tratar-se de “uma gaiola dourada”. “Mesmo antes de me casar, eu pensava: ‘Isto vai matar-me. E isso quase aconteceu.’”

Jada Pinkett e Will Smith estão casados há 22 anos, uma eternidade para os parâmetros modernos de Hollywood. Desafios? Muitos. Jada nunca escondeu sobre como os seus problemas de casamento os aproximaram e confessa que acredita que, de alguma forma, a sua experiência possa ser inspiradora para outros casais.

A actriz aborda estes temas recorrentemente no Red Table Talk, programa intimista que apresenta no Facebook Watch, com a sua filha, Willow, e a sua mãe, Adrienne, partilhando conhecimentos que foi acumulando numa relação de altos e baixos.

Em Junho, numa destas conversas, Jada revelou como no início do seu casamento chegou a colocar Will Smith e a sua família em primeiro plano, à frente das suas próprias necessidades. “Fui ensinada a ser a esposa perfeita”, confessa. “Toda a nossa vida girava em torno dos sonhos dele. Eu era a sua fonte de energia.”

Na entrevista ao jornal britânico, Pinkett Smith conclui que teve de reestruturar as bases do seu casamento no sentido daquela união poder funcionar antes como uma parceria para a vida. “Will é o meu companheiro e não poderia escolher melhor”, afirmou. “Mas posso garantir que algumas das mulheres mais poderosas do mundo se sentem aprisionadas, pelos sacrifícios que estão obrigadas a fazer para se manterem naquelas posições”, conclui.