O mistério do manuscrito que ninguém consegue ler

Ainda ninguém conseguiu ler o manuscrito de Voynich. Mas não falta quem queira (e ache que conseguiu) desvendar esse mistério. Recentemente, um investigador da Universidade de Bristol, no Reino Unido, afirmou que tinha resolvido o enigma. Foram várias as vozes que criticaram esse trabalho.

,Manuscrito
Fotogaleria
O manuscrito de Voynich já foi alvo de várias interpretações Biblioteca de Beinecke para Livros Raros e Manuscritos da Universidade de Yale
,Manuscrito
Fotogaleria
Pensa-se que o manuscrito seja um tratado medicinal devido às suas ilustrações com plantas Biblioteca de Beinecke para Livros Raros e Manuscritos da Universidade de Yale
,Manuscrito
Fotogaleria
Até o matemático Alan Turing tentou desvendar o mistério deste manuscrito Biblioteca de Beinecke para Livros Raros e Manuscritos da Universidade de Yale
Manuscrito Voynich
Fotogaleria
Foi datado pela Universidade do Arizona (EUA) como sendo do século XV Biblioteca de Beinecke para Livros Raros e Manuscritos da Universidade de Yale
,Manuscrito
Fotogaleria
O FBI chegou a pensar que este documento era propaganda comunista Biblioteca de Beinecke para Livros Raros e Manuscritos da Universidade de Yale
,Manuscrito
Fotogaleria
Actualmente, este manuscrito está numa biblioteca da Universidade de Yale Biblioteca de Beinecke para Livros Raros e Manuscritos da Universidade de Yale
,Manuscrito
Fotogaleria
Até hoje, ninguém conseguiu ler e até há quem pense que é mesmo ilegível Biblioteca de Beinecke para Livros Raros e Manuscritos da Universidade de Yale

O anúncio era apetecível: um investigador da Universidade de Bristol afirmou que tinha finalmente desvendado a língua e o sistema de escrita do manuscrito de Voynich, um documento que ninguém até então tinha conseguido ler. Publicado na revista Romance Studies, o feito divulgado num comunicado da sua instituição foi notícia em todo o mundo. Mas, aos poucos, também foram surgindo críticas de especialistas em linguística e estudos medievais a este trabalho. A Universidade de Bristol acabou por retirar do seu site o comunicado e até pôs em causa a sua validade. Afinal, esta era mais uma tentativa (entre muitas outras) de resolver o mistério deste manuscrito imperscrutável.