Opinião

Um novo ano de todos os perigos

Os ecos que nos chegam do mundo à nossa volta parecem ganhar proporções cada vez mais inquietantes, como se vivêssemos em cima de um barril de pólvora prestes a explodir.

Em Portugal arrastam-se os folhetins bancários e autárquicos, com os seus golpes de prestidigitação ou a corrupção crónica cujo contágio parece estender-se por toda a parte, enquanto nos vamos interrogando, melancolicamente, sobre os desígnios da Nação – foi o tema inevitável do 10 de Junho. Mas lá longe (ou afinal tão perto?) os ecos que nos chegam do mundo à nossa volta parecem ganhar proporções cada vez mais inquietantes, como se vivêssemos em cima de um barril de pólvora prestes a explodir.