• Assim que accionar o Artigo 50, o Reino Unido torna-se um “país-membro que está de saída”. A erosão da sua influência já se nota nas instituições. Há britânicos a pedirem a nacionalidade belga.

  • Lobbyistas irlandeses e alemães já se preparam para substituir os britânicos. E no sistema jurídico a visão anglo-saxónica pode dar lugar a uma mais românica-germânica.

  • Ex-primeiro-ministro diz que os britânicos votaram sem conhecer os termos da saída da UE e acusa trabalhistas de terem deixado o caminho livre ao Governo. Ainda será capaz de mobilizar?

  • Primeiro-ministro entre 1997 e 2007, Blair encara agora como missão a tentativa de inverter o rumo da saída do Reino Unido “da maior união política e do maior mercado económico”

  • A União Europeia, ou consegue renovar o espírito e atracção do Tratado de Roma de 1957, ou a saída britânica marcará o futuro europeu. No pior cenário todos perderão, quer britânicos, quer europeus.

  • Rejeitada foi também a proposta para que fosse concedida residência permanente aos cidadãos europeus a viver no Reino Unido actualmente. A decisão ainda terá de ser aprovada pela câmara alta do Parlamento britânico, onde a primeira-ministra não tem maioria.

  • Parlamento britânico manteve-se do lado do Governo e não terá poder de veto.

  • Houve 498 votos a favor e 114 contra, entre os quais 47 de deputados trabalhistas que furaram a disciplina de voto imposta pelo partido.