• Se há algo que a política britânica nos tem mostrado nos últimos anos é que o improvável muitas vezes acontece.

  • Partido anti-imigração do Reino Unido considera que a burqa prejudica a integração social.

  • Restam os muitos conservadores anti-"Brexit" que irão votar e os camaradas brexiteiros que ficarão em casa pensando que Theresa May ganhará sem a ajuda eles.

  • Que um Governo português, com palas ideológicas e contra os dados da geografia e da história, nos queira acantonar num bairro mediterrânico é drasticamente redutor.

  • Mercados e UE acreditam que a primeira-ministra vai diminuir influência dos eurocépticos se conseguir uma vitória na linha do que prevêem as sondagens. “Se isto resultar, aumentam as hipóteses de um ‘Brexit’ pragmático”.

  • Theresa May diz que o país precisa de uma "liderança forte" e defende que "é do interesse nacional" antecipar as legislativas.

  • Esta eleição será uma segunda volta do referendo do "Brexit", sobretudo na Inglaterra, na Escócia e nas grandes cidades.

  • Esta versão “my way” (de Theresa May) arrisca-se a deitar fora a última oportunidade de reunir os britânicos em torno de um projecto comum. Isso exigirá liderança, depois das eleições.

  • O principal partido da oposição está embrenhado numa guerra interna e arrisca uma derrota pesada a 8 de Junho, deixando os conservadores numa corrida a solo.

  • Grande vantagem dos conservadores nas sondagens tornou-se demasiado tentadora para a primeira-ministra britânica. Europeus esperam que eleições tragam "maior clareza às negociações" do "Brexit'.