Planeamento urbano

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Estudo da Direcção-Geral do Território foi à procura das “dinâmicas territoriais” entre 1995 e 2010. Mais de um milhão de hectares do território nacional mudou de ocupação.

  • Estudo da Direcção-Geral do Território foi à procura das “dinâmicas territoriais” entre 1995 e 2010. Mais de um milhão de hectares do território nacional mudou de ocupação.

  • Câmara de Lisboa está a apreciar projecto que implica a demolição quase total da Vila Martel, onde trabalharam alguns dos maiores vultos da pintura portuguesa. Oito dos 14 pisos a erguer ficarão enterrados.

  • A viabilização pela Câmara de Lisboa de uma torre de 17 andares em Picoas está cada vez mais envolta em decisões mal explicadas.

  • Ideias não faltam para ampliar o Museu de Arte Antiga quando houver dinheiro. A câmara vai avançar com um plano para enquadrar as mudanças na zona das Janelas Verdes.

  • Pescadores vão ser realojados num novo bairro e quase todos os estabelecimentos comerciais terão de ser relocalizados. Execução do plano de pormenor tem um custo estimado de 29,5 milhões de euros.

  • Câmara aprovou pedido de informação prévia para projecto que inclui torre de Manuel Salgado. Plano está em discussão pública.

  • O lote 28 da Av. Marcheal Teixeira Rebelo, comprado em 2009 pela Espírito Santo Unidades de Saúde (ESUS) a uma empresa que o havia adquirido à EPUL, mudou parcialmente de sítio com a revisão do plano de pormenor da zona, feita pela câmara no ano passado, e foi duplamente valorizado: a área do terreno passou dos 1585 m2 registados na conservatória para 1915 m2 (mais 330m2); e a superfície de pavimento autorizada acima do solo saltou de 5122m2 para 7192 m2 (mais 2070 m2).

  • Governo chinês está a investir forte para juntar Pequim, Tianjin e Hebei e criar um gigantesco centro urbano. Objectivos são evitar a sobrelotação da capital e criar um pólo económico suficientemente robusto para rivalizar com Xangai e Guangdong.

  • As suspeitas de favorecimento do Grupo Espírito Santo (GES) voltam a pairar sobre a Câmara de Lisboa. Alguns deputados municipais classificam os responsáveis do grupo como “felizes contemplados”. Em causa está um plano de pormenor que, alegadamente, beneficia o GES, em prejuízo de outras empresas e do próprio município.

  • Plano iniciado em 1999 prevê uma grande superfície comercial quase em frente a outra cuja construção foi recentemente aprovada. Previstas estão também centenas de habitações, dois hotéis e uma unidade saúde.