No princípio da era europeia, o calçado, a têxtil, a cortiça e a agricultura eram patinhos feios. Sectores arcaicos, diziam. Inviáveis, notavam. Condenados, garantiam. Ninguém acreditava que os empresários das anedotas com amantes e carros de luxo dessem a volta à globalização e ao euro. Deram.

  • No princípio da era europeia, o calçado, a têxtil, a cortiça e a agricultura eram patinhos feios. Sectores arcaicos, diziam. Inviáveis, notavam. Condenados, garantiam. Ninguém acreditava que os empresários das anedotas com amantes e carros de luxo dessem a volta à globalização e ao euro. Deram.

  • Reforço da capacidade de fabricar sapatos personalizados, unidades com sensores no chão a comandar as linhas de fabrico, calçado com geolocalização… A indústria vai ter 49 milhões para uma nova vaga de modernização.

  • O calçado português resiste na Europa, explode na Ásia e descobre na América a sua próxima rampa para a internacionalização. Em 2016 a exportação cresceu 3,3% e ultrapassou a barreira dos 1900 milhões de euros.

  • Desde 2008, a Farfetch quebrou todas as fronteiras. Tem escritórios em quatro continentes e, por cá, contratou este ano uma média de seis novos funcionários por semana. Entrevista com o fundador e viagem ao coração desta empresa que quer mudar a moda.

  • Guimarães e Porto são dois pontos importantes na actividade de uma empresa que valerá 1300 milhões de dólares. São como dois hemisférios que se complementam e onde trabalham quase 600 pessoas. Próximo passo: Lisboa.

  • Fortunato Frederico, presidente da APPICAPS, diz que o sector do calçado deverá fechar 2016 com um volume de exportações superior aos dois mil milhões de euros. Um feito digno de uma medalha, defende.

  • Director técnico da fábrica diz que o presente é uma "resposta à campanha suja" de que Melania Trump tem sido alvo.

  • Professores, nutricionistas, designers de jóias largaram a profissão e foram fazer sapatos. Trazem sapatos vegan, saltos altos com jóias ou ténis com pompons. Entram no mundo que a associação do sector gosta de chamar “the sexiest industry in Europe”. Os mais velhos aplaudem mas também deixam avisos