O direito à morte

O inferno, segundo os críticos, seria o destino de quem afronta o “tempo de Deus”.

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Deputados votam contra o Decreto da Assembleia da República n.º 43/XV/1.ª: que regula as condições em que a morte medicamente assistida (eutanásia) não é punível e altera o Código Penal, na Assembleia da República, em Lisboa, 12 de Maio de 2023 LUSA/TIAGO PETINGA
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Há quem suspire ao ler sobre a morte natural, com diferença de poucos dias ou horas, de um casal de idade. É a romantização da dor da perda que nada tem de romântico, apenas mostra que a ausência do outro, às vezes, é tão insuportável que pode ser fatal.

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