Apolo, deus do Sol, “voa” de Versalhes por entre as brumas

Por bom motivo: o restauro da icónica obra, com mais de três séculos. É a primeira vez que Apolo, deus do Sol, ali posto em sossego por ordens de Luís XIV, o Rei Sol, abandona o seu lugar.

Centenas de visitantes asistiram ao momento e registaram-no para a posteridade EPA/CHRISTOPHE PETIT TESSON
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Centenas de visitantes asistiram ao momento e registaram-no para a posteridade EPA/CHRISTOPHE PETIT TESSON

A escultura dourada de Apolo na sua carruagem, parte de um grupo de estátuas que simbolizam a viagem do "deus sol" criada por Jean-Baptiste Tuby entre 1668 e 1671, foi levantada esta terça-feira da base como parte de um projecto global de restauro. 

Em trabalhos, a fonte de Apolo nos jardins Palácio de Versalhes, em França: o restauro da estátua de chumbo dourado celebratória do deus grego deverá prolongar-se por 18 meses.

É a primeira vez que a obra de arte icónica de Jean-Baptiste Tuby é retirada, desde que foi ali colocada em 1671 durante o reinado de Luís XIV, também conhecido como o Rei do Sol.

Até agora, os trabalhos de restauro tinham sido limitados à sua superfície.