Escolha de directores artísticos dos teatros nacionais e da CNB passa a ser por concurso

Próximos responsáveis artísticos pelos teatros D. Maria, São João e São Carlos e pela Companhia Nacional de Bailado já não serão nomeados por despacho dos ministérios da Cultura e Finanças. Elisabete Matos fica mais nove meses no São Carlos até novo modelo estar em vigor.

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"Snow", de Luís Marrafa, para a CNB Nuno Ferreira Santos

A escolha dos directores artísticos dos teatros nacionais e da Companhia Nacional de Bailado (CNB) vai passar a ser feita por concurso em vez de através de nomeação do Governo. O ministro da Cultura assinou sexta-feira um despacho em que desencadeia essa mudança. Já esta segunda-feira entram em funções Sofia Menezes e Rui Morais, os dois novos vogais para a administração do Teatro Nacional de São Carlos (TNSC) — que será o primeiro a ver a sua direcção artística escolhida por concurso. O mandato da soprano Elisabete Matos finda dia 30, mas esta ficará no cargo mais nove meses até estarem definidos os contornos do novo modelo e este entrar em vigor, disse ao PÚBLICO o ministro da Cultura.

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