Ensino superior: necessidades comunitárias e auto-responsabilidade

Deveria ser tornado público, por uma comissão independente, cada ano, o efectivo grau de empregabilidade. Como acredito na liberdade e na auto-responsabilidade, a partir daí, sem paternalismos, ninguém poderia dizer que vai ao que não sabe.

Desde a democracia que a educação e, em particular, o ensino superior, tem sido a força motriz do elevador social. De cerca de 80.000 estudantes em 1978, passámos, no ano lectivo de 2021/22, para mais de 410.000 (agora ainda mais) e 1986 marca o momento em que as mulheres suplantaram os homens, representando, em 2021, 53,6% do total de alunos (Pordata). Cursos que há algumas décadas eram coutadas masculinas, como Direito, são agora esmagadoramente femininos, sendo que mesmo o “bastião” da Engenharia aproxima-se da igualdade de género.

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