D. Pedro ainda incomoda os absolutistas

Se o coração fosse para Cuba ou Venezuela talvez não causasse tantos pruridos, mesmo que a relíquia seja repulsiva para almas mais dadas à mitificação de “heróis” cool como Che Guevara.

A trasladação do coração de D. Pedro para o Brasil, no âmbito das comemorações do bicentenário da independência deste país, gerou um clamor entre os intelectuais de esquerda dos dois lados do Atlântico. Agora, foi a vez do inevitável João Teixeira Lopes se juntar ao coro dos que, vesgos pela ideologia, veem na cedência da relíquia um ato político capaz de favorecer Jair Bolsonaro na campanha para as presidenciais.

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