Descemos a 230 metros de profundidade para visitar as Minas de Sal-Gema de Loulé

São as únicas minas de sal-gema em Portugal exploradas em sistema de galerias em profundidade e mantêm-se no activo. Desde 2019 que é possível descer até lá baixo em visitas turísticas.

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As Minas de Sal-gema de Loulé foram abertas ao turismo em 2019 Duarte Drago
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Além das visitas guiadas, a mina ainda mantém-se em exploração Duarte Drago
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O sal-gema extraído é, sobretudo, utilizado na segurança rodoviária e na alimentação animal Duarte Drago
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A exploração mineira arrancou a 7 de Janeiro de 1964 Duarte Drago
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Mas o depósito de sal-gema começou a formar-me há 230 milhões de anos Duarte Drago
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Alexandre Andrade, engenheiro de geologia e director de operações da TechSalt Duarte Drago
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Miguel Cheta, Christine Henry e João Caiano, autores da instalação artística "O osso do mar" Duarte Drago

Entramos no minúsculo cubículo de rede metálica, suspenso sobre o túnel, e descemos cerca de 230 metros, ficando sensivelmente 30 abaixo do nível do mar. Só a viagem é já uma experiência, mas o propósito da visita abre-se agora em túneis e galerias cavernosas onde os diferentes sedimentos vão desenhando padrões etéreos nas paredes e tectos, da terracota ao branco. Quase tudo quanto vemos é argila, gesso e sal-gema (que, na sua composição, além de halite, inclui os dois anteriores em pequena percentagem, e outros sais complementares). Quase tudo quanto vemos foi fundo do mar.