Solo: uma revista para conhecer a fundo a Península de Setúbal

Com o PÚBLICO de 24 de Julho, chega às bancas a Solo, uma revista de 36 páginas dedicada à descoberta dos vinho e do território da Península de Setúbal.

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A região dificilmente configura segredo. Contudo, e mesmo estando a apenas um Tejo de distância para quem vive na Grande Lisboa (e a menos de 300 quilómetros em linha recta para quem vem do Porto), o território que compõe a região vitivinícola da Península de Setúbal é de tal modo diverso que consegue surpreender o explorador mais tarimbado.

Surpreende pelos quilómetros ininterruptos de linha de praia, pela riqueza de biodiversidade (e a profusão de áreas protegidas: dois parques naturais, três reservas naturais e três monumentos naturais), pela riqueza dos receituários locais e da matéria-prima que os alimenta. E pelo perfil polifacetado dos vinhos ali produzidos, fruto de um terroir que mistura planície, costa e serra, e um espírito criativo dado à experimentação com castas, modos de cultivo, métodos de produção.

Os vinhos tornam-se, por isso mesmo, um veículo privilegiado para conhecer o território, o mesmo se aplicando em sentido inverso: o território é um imenso ponto de partida para a descoberta dos vinhos. Para casar esses dois modos de exploração, nasce uma revista que incita a meter pés ao caminho, a pisar o chão de onde nascem estas vinhas.

“Viagens e vinhos com raiz na Península de Setúbal” é a assinatura da Solo, uma nova revista promovida pela Comissão Vitivinícola Regional e produzida, editada e distribuída pelo PÚBLICO. A primeira edição é distribuída gratuitamente com a edição de 24 de Julho do jornal. No plano de viagem, há praias a perder de vista entre Melides e Comporta, ostras do Sado, mesas para todas as horas do dia em Sesimbra, observação de flamingos na Reserva Natural do Estuário do Sado, sem nunca perder de vista o vinho. E, claro, uma prova de brancos aptos para o Verão, com perfis diferenciados e uma ampla gama de preços. “A beleza da região da Península de Setúbal”, escreve o crítico Edgardo Pacheco, “é fornecer vinhos brancos para todos os gostos”. A somar a tudo o resto. Basta espreitar a Solo para dissipar dúvidas.