Hotel Senhora da Rosa: um calor de ananases na Fajã de Baixo

Um cafuão no meio das bananeiras, memórias de família ao virar de cada esquina e um sumo de ananás memorável logo pela manhã. Na ilha de São Miguel, onde antes morou uma estalagem, mora agora um hotel com vistas para a orquestra da natureza.

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O interior de um dos dois cafuões Paulo Goulart
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O interior de um dos dois cafuões Paulo Goulart
,Hotel
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O interior de um dos dois cafuões Paulo Goulart
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A zona do lobby no edifício principal Paulo Goulart
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A esplanada do restaurante Magma Paulo Goulart
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Está prestes a abrir o Mirante, no topo do edifício Paulo Goulart
,Restaurante
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O edifício principal do Senhora da Rosa, onde funcionou a estalagem com o mesmo nome Paulo Goulart
,Ponta Delgada
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Um dos quartos do edifício principal Paulo Goulart

É uma tarde amena de Abril, um sol meio envergonhado aparece de vez em quando entre as nuvens altas e eis-nos a empurrar a porta de uma estufa caiada de branco. Quando ela se abre, percebemos que nunca a expressão calor de ananases nos fez tanto sentido. Eles ali estão, escondidos entre a folhagem das plantas que brotam do chão – e assim vão permanecer ainda por algum tempo, dado que o seu ciclo de produção vai dos 18 aos 24 meses e estes ainda não estão no ponto. Olhamo-los, curiosos, mas é o pequeno tanque junto à porta que mais nos chama a atenção: cá dentro está realmente um calor de ananases e podemos aproveitá-lo para refrescar o corpo.