A batalha pela independência da Escócia vai ser dura e demorada

Depois de vencer as eleições, Sturgeon informou Johnson que a realização de um referendo “é agora uma questão de ‘quando’ e não de ‘se’”. Até 2023, o combate à pandemia será, no entanto, prioritário. Mas já se antevê uma guerra política e jurídica.

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Nicola Sturgeon, primeira-ministra da Escócia e líder do SNP ROBERT PERRY/EPA

Vencidas as eleições legislativas escocesas pela quarta vez consecutiva e confirmada a existência de uma maioria de partidos independentistas no parlamento de Holyrood, o Partido Nacional Escocês (SNP) tem, ainda assim, pela frente uma longa e difícil batalha política e jurídica até ao tão desejado segundo referendo à independência da Escócia em menos de uma década.