O papel dos “netos emprestados” no combate à solidão

No voluntariado de proximidade, muitas vezes cria-se uma ligação particular entre o voluntário e o idoso que é acompanhado. O objectivo destes projectos é combater a solidão. Hoje é Dia Mundial dos Avós.

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Ana Rosa Fernandes e Aline Bettencourt, utente e voluntária, respectivamente, têm apenas dois anos de diferença Rui Gaudêncio

Relações fortes não existem apenas entre as pessoas que partilham os mesmos genes. Que o diga Celso, que escuta de Gracinda as “histórias de avó” que ouve quando visita a sua verdadeira avó. Ou Inês e Joaquina, que partilham segredos. De Norte a Sul do país há associações que ajudam os mais velhos a não estar sós. Celso e Inês são voluntários, assim como Aline que, aos 80 anos, acompanha Ana Rosa, de 82. Hoje é o Dia dos Avós e o PÚBLICO foi conhecer a Associação de Voluntariado Universitário (VO.U.), no Porto, o Projecto de Voluntariado de Proximidade da Fundação Eugénio de Almeida, em Évora, e a Associação Coração Amarelo, em Lisboa.