Lucky Luke: o regresso do eterno cowboy

Editado em França em 2016, premiado um ano depois em Angoulême, O Homem que Matou Lucky Luke de Matthieu Bonhomme chegou finamente a Portugal. Trazendo no seu interior um Lucky Luke que não apenas dispara mais depressa do que a sua própria sombra como vive com ela. Este álbum é uma carta de amor ao western e às cores da banda desenhada.

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Se há heróis que têm sobrevivido aos seus autores, são os da banda desenhada franco-belga. Asterix, Tif e Tondu, Blake e Mortimer, Alix, Spirou e Fantasio, Tenente Blueberry. Ei-los que reaparecem com outras roupagens, outros desenhos, sob a curiosidade e o juízo de velhos e novos leitores. Noutras obras. Uma das mais celebradas foi finalmente traduzida para português, ao fim de quatro anos: O Homem que Matou Lucky Luke de Matthieu Bonhomme (1973, França), com a chancela da editora A Seita.

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