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Festival na ilha do Pico quer “promover a montanha pelo mundo fora”

A ilha do Pico, nos Açores, recebe em Janeiro o Montanha Pico Festival, um evento com uma programação multidisciplinar.

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Ribeiras, uma vista com as Lajes do Pico pelas costas Miguel Madeira
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O Pico visto à entrada das Lajes do Pico Miguel Madeira
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Na praia das Lajes do Pico Miguel Madeira
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Lagoa do Peixinho Miguel Madeira
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Lagoa do Paul Miguel Madeira
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Museu da Indústria Baleeira, na vila de São Roque Miguel Madeira
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Museu da Indústria Baleeira, na vila de São Roque Miguel Madeira
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Vista para Santo António Miguel Madeira
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A ilha é um contínuo de surpreendentes miradouros Miguel Madeira
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Área da Paisagem da Cultura da Vinha da Ilha do Pico, Património Mundial pela Unesco - Lajido de Santa Luzia Miguel Madeira
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São Miguel Arcanjo Miguel Madeira
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Toledos Miguel Madeira
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De passagem pela Madalena Miguel Madeira
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Ribeirinha Miguel Madeira
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Céus do Pico Miguel Madeira
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A subir para o Pico Miguel Madeira
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Vista a partir da Casa da Montanha, que tem um café com uma das melhores vistas do pla­neta Miguel Madeira
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Surf pela Madalena e perto da Horta Miguel Madeira
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Perto das Lajes do Pico Miguel Madeira
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O olhar está sempre em busca da montanha Miguel Madeira
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No Pico, o mundo está no detalhe. Imagem captada no Museu da Indústria Baleeira, na vila de São Roque Miguel Madeira

“É um festival multidisciplinar. A ideia do festival é ter o tema da montanha, não só para educar as audiências e incentivar os artistas a trabalharem na temática da montanha, mas também promover a nossa montanha, promover a montanha pelo mundo fora”, resumiu Terry Costa, da Miratecarts, organizadora do festival.

A sexta edição do Montanha Pico Festival teve início no dia 3 e decorre até 31 de Janeiro, englobando cerca de 50 artistas de 10 países diferentes, de diferentes áreas, como o cinema, a música e as artes plásticas.  

Na sessão de abertura, foi apresentado um projecto intitulado In Pico, baseado nas viagens dos artistas naquela ilha do grupo central do arquipélago composto pela prosa poética de José Efe e aguarelas da inglesa Judy Rodrigues. “Foi uma sinergia incrível”, descreveu o organizador à agência Lusa.

Durante todos os sábados de Janeiro, o programa do festival engloba a actuação do saxofonista Luís Senra em quatro grutas da ilha, acompanhado pela leitura de poesia relacionada com a montanha.

Aos domingos, existirão conversas na Casa da Montanha (ponto máximo até onde se pode subir ao Pico de carro), que pretendem dar a conhecer os artistas que participam no festival.

Nas noites de terça-feira serão apresentados diferentes filmes e a primeira sessão será dedicada aos cineastas portugueses, com a exibição de Terra Besta (Hugo Mastro, 2017) e Bostofrio (Paulo Carneiro, 2018), contando com a presença dos realizadores.

Às quartas, na Miratecarts Galeria Costa, as pessoas serão convidadas a “trabalhar na terra", com oficinas sobre plantações e a produção de plantios.

Terry Costa aponta os meios de transporte como o “maior desafio” para trazer artistas para a ilha do Pico, salientando que o festival conta, nesta edição, com artistas do Bangladesh e da Lituânia.

O organizador assinala também o desafio “financeiro” de programar um evento com duração de praticamente um mês com “verbas minúsculas”.

“O outro desafio é sempre o financeiro. Estamos a fazer programas no meio rural, com verbas minúsculas. O nosso festival todo tem uma verba muito menor do que uma noite de festa de verão e estamos a abraçar mais de 50 artistas de 10 países, com arte de todo o mundo”, considera.

O Montanha Pico Festival conta com a parceria da secretaria do Mountain Partnership das Nações Unidas e tem o apoio do Governo Regional dos Açores. 

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