Theatro Circo recebe Moon Duo, Mão Morta e Salvador Sobral em 2020

A programação do próximo ano arranca com Manel Cruz e, até Março, inclui Capicua e Granfather’s House. O brasileira Sessa chega em Abril para apresentar a estreia a solo, Grandeza.

Os Mão Morta apresentam dia 28 de Março o seu álbum mais recente, <i>No Fim era o Frio</i>
Foto
Os Mão Morta apresentam dia 28 de Março o seu álbum mais recente, No Fim era o Frio Paulo Pimenta

O Theatro Circo, em Braga, vai receber Moon Duo, Mão Morta e Salvador Sobral, entre muitos outros, entre Janeiro e Março do próximo ano, anunciou esta quarta-feira a instituição. Em comunicado, a sala de Braga revelou que 2020 vai começar com Manel Cruz a apresentar o seu Vida Nova, seguindo-se, no dia 10 de Janeiro, o projecto Distance, Light & Sky, de Chris Eckman, Chantal Acda e Eric Thielemans. A cantora e pianista Patricia Barber vai subir ao palco do Theatro Circo no dia 1 de Fevereiro, enquanto, no dia 8, é a vez da banda do filme Variações.

Até Março, há ainda Capicua (14 de Fevereiro) e Grandfather's House (29 de Fevereiro), num concerto que vai contar com Selma Uamusse, Paulo Furtado, Cláudia Guerreiro, Emmy Curl e Pedro Oliveira como convidados. Mais tarde, no dia 12 de Março, actuam em Braga os americanos Moon Duo, para dar depois lugar aos bracarenses Mão Morta, no dia 28 desse mês.

Sessa, músico brasileiro fundador do grupo Garotas Suecas e colaborador regular de Yonatan Gat, estreia-se a solo com o disco Grandeza, e chega a Braga no dia 9 de Abril, pelas 22h30. “Para arrancar o mês de Maio, no dia 1, pelas 21h30, há noite dupla com Ziggy Alberts e Christopher Paul Stelling”, acrescenta o Theatro Circo em comunicado. O único nome já confirmado para Maio é o de Salvador Sobral, no dia 23.

Em Novembro, a administradora do Theatro Circo, Cláudia Leite, disse à Lusa que vão ser investidos 617 mil euros ao longo dos próximos quatro anos, sendo a maior fatia, de cerca de 400 mil euros, destinada a equipamentos. Em termos estruturais, terão também lugar obras de ampliação dos espaços de trabalho, uma necessidade já identificada há meia dúzia de anos. A responsável adiantou que haverá a preocupação de as intervenções causarem “o menor impacto possível” na actividade normal do teatro.