Benjamin Attahir, um compositor entre o Ocidente e o Oriente

Em residência na Gulbenkian, o jovem compositor francês de origem libanesa, dará esta quinta-feira a conhecer ao público português uma obra fora do comum: um concerto para serpentão e orquestra.

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Márcia Lessa

No ano em que a Fundação Gulbenkian celebra o 150.º aniversário do seu fundador, o arménio Calouste Sarkis Gulbenkian (1869-1955), a temporada de música dá especial destaque à ponte entre as tradições musicais ocidentais e orientais, presentes num ciclo próprio, mas também na escolha de Benjamin Attahir (n. 1989), jovem compositor francês de família libanesa, como artista em residência. Considerado um dos músicos mais talentosos da nova geração, Attahir tem sido distinguido em vários concursos internacionais e as suas obras têm sido apresentadas em salas tão prestigiadas como a Philharmonie de Paris, o Concertgebouw de Amesterdão, o Tonhalle de Zurique, o Mozarteum de Salzburgo, o BOZAR de Bruxelas ou o Suntory Hall de Tóquio.