Peniche vai ter um museu único na Europa do Sul

O regresso do primeiro-ministro à Fortaleza de Peniche mostra a importância que o Governo está a dar à preservação da memória de uma das mais duras prisões políticas do Estado Novo. Como o museu só deverá chegar no final de 2020, Costa comemora o 25 de Abril com a inauguração de um memorial aos presos.

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Nuno Ferreira Santos
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O arquitecto manda-nos fechar os olhos um minuto para a retina se adaptar ao espaço escuro. Estamos a descer os degraus inscritos no pátio da cisterna da Fortaleza de Peniche que dão acesso a uma sala subterrânea. Seguimos as ordens de João Barros Matos para descobrir o impressionante espaço abobadado. “É um espaço incrível, construído provavelmente na segunda metade do século XVI, que faz lembrar a cisterna de Mazagão, embora não seja tão monumental. Tem muita água. A fortaleza está cheia de pistas para descobrir ainda”, explica João Barros Matos, que está a desenvolver o projecto de arquitectura do Museu Nacional Resistência e Liberdade, previsto para inaugurar no final de 2020 nos espaços da fortaleza onde funcionou, entre 1934 e 1974, a Cadeia de Peniche, a prisão política da ditadura onde os presos cumpriam as penas mais longas em Portugal.