É o recordista no exercício de funções públicas electivas em defesa de ideais democráticos. Afastado do Parlamento contra vontade própria, Mota Amaral dedica-se agora ao ensino na Universidade dos Açores.

  • É o recordista no exercício de funções públicas electivas em defesa de ideais democráticos. Afastado do Parlamento contra vontade própria, Mota Amaral dedica-se agora ao ensino na Universidade dos Açores.

  • Acumula documentos há mais de 50 anos como se enchesse uma bóia para salvar a sua terra mineira de São Pedro da Cova do esquecimento. Serafim Gesta Mazola fintou o destino de trabalhador no subsolo, mas dedicou uma vida a dar-lhe luz.

  • José Paulo Viana, professor, co-autor da secção Desafios, que nasceu no PÚBLICO e se mantém, vê a matemática como uma ferramenta para organizar o raciocínio.

  • Com calo de promessas vãs, os moradores do bairro São João de Brito, em Lisboa, voltam a alimentar a esperança de ver as casas em seu nome e o bairro reabilitado. Cada uma das casas tem imprimido o esforço das famílias em construi-las. Por isso resistiram mais de 40 anos na margem da cidade.

  • Catarina Salgueiro Maia, filha de um dos líderes militares do 25 de Abril, foi candidata nas legislativas pelo Bloco de Esquerda ao círculo da Europa. Colabora como voluntária no portal online Bom Dia, um dos maiores meios de comunicação para emigrantes do norte da Europa, sediado no Luxemburgo.

  • Superar a amnésia sobre Abril requer identificar, nos discursos sobre a história, os legados da “tese da imaturidade política” do sujeito africano.

  • O mais celebrado cantor catalão trocou de ribaltas: deixou a música e abraçou a política. Uma e outra unem-se, porém, na sua história pessoal como na da Catalunha. É de ambas que nos fala Lluis Llach, numa entrevista em Lisboa, onde foi homenageado.