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O novo parque do Seixal é um “miradouro natural” para o Tejo e Lisboa

O Parque Urbano é inaugurado a 25 de Abril. Era “um tesouro escondido”.

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DR/CM Seixal

São 5,3 hectares de parque, na zona da mata da antiga e histórica fábrica de cortiça da Mundet. Há praça de entrada, anfiteatro natural, percursos pedestres, miradouros, zonas de descanso e lazer, áreas recuperadas de pomar, olival, bosque de sobreiros e carvalhos, pontos de observação da fauna e da flora. É o novo Parque Urbano do Seixal, que tem inauguração oficial marcada para 25 de Abril. 

“O novo parque tem uma vista espectacular e extraordinária sobre o rio Tejo e sobre Lisboa, porque está num patamar elevado, sendo um miradouro natural”, resumia à agência Lusa o presidente da autarquia, Joaquim Santos, que considerou o parque "um tesouro escondido".

Na apresentação do projecto, a autarquia adiantava que está numa zona de cabeço naturalizada (28m) sobre o Seixal – o Alto D’Ana –, integrando-se no programa de requalificação da Mundet. A antiga fábrica corticeira, que chegou a ser a maior do país no sector, nascida em 1905 e encerrada em 1988, foi gradualmente recuperada para outras utilizações (espaço museológico, casa de diversas iniciativas ou zona cultural, de lazer e restauração) e prepara-se para ter um hotel. 

Já no fim-de-semana de 10 e 11 de Maio, o Parque Urbano do Seixal vai receber a primeira edição do Festival do Maio, que inclui concertos de Fausto, Emir Kusturica, Sara Tavares, Capicua, António Zambujo ou Vitorino.

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A obra do parque urbano, que terá ligação ao passeio ribeirinho, começou em Julho, representando um investimento de cerca de meio milhão de euros. O novo parque é uma das várias atracções anunciadas para os próximos tempos no Seixal, entre hotéis ou portos de recreio. Este ano foi o município convidado da BTL, a feira de Turismo de Lisboa, e não escondia a ambição: “Com uma baía única, integrada no estuário do Tejo, e uma ampla frente ribeirinha, o Seixal apresenta todas as condições para se assumir como um destino turístico na região da grande Lisboa”, dizia-se na apresentação.

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