No Brasil, “a revolução será feminista”

Esta semana, o programa Do Género traz uma entrevista a Mônica Benício, companheira da vereadora brasileira Marielle Franco, assassinada no Rio de Janeiro no dia 14 de Março. Meio ano depois, ainda não se sabe quem matou Marielle, mulher negra e lésbica, nascida numa favela, defensora de direitos humanos. Mônica Benício continua a denunciar a falta de respostas sobre o crime, e esteve no festival Iminente, no Panorâmico de Monsanto, onde foi inaugurado um mural com o retrato de Marielle esculpido pelo artista Vhils a convite da Amnistia Internacional.

Ouça ou leia esta entrevista sobre visibilidade lésbica, direitos das mulheres e o que é que as eleições no Brasil podem significar para a defesa dos direitos humanos.

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