Editorial

Fecho histórico no alargamento do euro

Apesar da turbulência que ainda assombra a zona euro, a entrada no clube da moeda única do terceiro e último dos países bálticos, a Lituânia (Estónia e Letónia já tinham entrado, em 2011 e 2014), vem fechar de forma emblemática um ciclo de crescimento que está ainda longe de abranger toda a União Europeia (dos 29 países-membros, só 19 usam a moeda única, continuando os outros dez a usar as antigas moedas nacionais). E fecha de forma emblemática porque, nesta adesão ao euro, há um forte lado simbólico: os países bálticos, que cortaram com a antiga União Soviética de forma categórica em 1990, estão a integrar-se de plenamente na Europa Ocidental e a afastar-se do Leste europeu. E se Estónia e Letónia têm dos défices mais baixos da UE, a Lituânia segue-lhes os passos: um défice correspondente a 1,2% do PIB (menos de metade do exigido na zona euro) e um crescimento de 3,5% na economia. Isto enquanto o euro treme…

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