Faltas de professores do quadro inviabilizaram provas em várias escolas

Manifestantes invadiram secundária no Porto. Realização da prova prevista para 80 estabelecimentos de ensino. Sindicatos contestam ministério.

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Secundária Rodrigues de Freitas, no Porto Fernando Veludo/NFactos
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EB 2,3 Quinta de Marrocos, em Lisboa Enric Vives-Rubio
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EB 2,3 Quinta de Marrocos, em Lisboa Enric Vives-Rubio
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Secundária Rodrigues de Freitas, no Porto Fernando Veludo/NFactos
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Prova pode ser feita sexta-feira por cerca de 3000 docentes fernando Veludo/nfactos
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Secundária Rodrigues de Freitas, no Porto Fernando Veludo/NFactos
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Secundária Rodrigues de Freitas, no Porto Fernando Veludo/NFactos
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Secundária Rodrigues de Freitas, no Porto Fernando Veludo/NFactos
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Secundária Rodrigues de Freitas, no Porto Fernando Veludo/NFactos
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Secundária Rodrigues de Freitas, no Porto Fernando Veludo/NFactos
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Secundária Rodrigues de Freitas, no Porto Fernando Veludo/NFactos
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Secundária Rodrigues de Freitas, no Porto Fernando Veludo/NFactos
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Na EB 2,3 Manuel da Maia, em Lisboa Enric Vives-Rubio
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Na EB 2,3 Manuel da Maia, em Lisboa Enric Vives-Rubio
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Na EB 2,3 Manuel da Maia, em Lisboa Enric Vives-Rubio
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Na EB 2,3 Manuel da Maia, em Lisboa Enric Vives-Rubio
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Manifestantes invadem escola Rodrigues de Freitas no Porto Fernando Veludo/NFactos
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Manifestantes invadem escola Rodrigues de Freitas no Porto Fernando Veludo/NFactos
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Manifestantes invadem escola Rodrigues de Freitas no Porto Fernando Veludo/NFactos
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Manifestantes invadem escola Rodrigues de Freitas no Porto Fernando Veludo/NFactos
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Manifestantes invadem escola Rodrigues de Freitas no Porto Fernando Veludo/NFactos
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Manifestantes invadem escola Rodrigues de Freitas no Porto Fernando Veludo/NFactos
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Secundária Rodrigues de Freitas, no Porto Fernando Veludo/NFactos

A Prova de Avaliação de Conhecimentos e Capacidades (PACC) foi marcada para as 10h30 desta terça-feira e os dirigentes escolares parecem ter encontrado forma de cumprir as ordens do Ministério da Educação e Ciência (que deu indicações para que os plenários sindicais não se realizassem nas 80 escolas onde vai decorrer o teste), e a reivindicação das organizações sindicais, que insistiam em fazê-los, para dar aos professores vigilantes um pretexto legal para faltar. Os plenários foram transferidos para escolas do mesmo agrupamento, mas diferentes daquelas para que estava marcada a prova. Ainda assim, há vários casos em que a totalidade dos docentes do quadro optou pelo plenário, inviabilizando a realização da PACC.

O PÚBLICO acompanha, de norte a sul do país, o que se passa nas escolas onde a prova seria realizada. Em algumas, não foi possível fazê-la porque os professores a boicotaram. Noutras foi realizada debaixo de muito barulho e com irregularidades pelo meio. Ainda os professores estavam a responder à PACC e já havia imagens dos enunciados a circular na Internet.