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As marchas e o comunicado dos militares revoltosos tornaram claro que se estava a viver um dia extraordinário. Um estudante de Filosofia, do MRPP faz a sua caminhada pelas ruas até à sede da PIDE. Hoje investigador, este é o seu relato pessoal dos acontecimentos 43 anos depois.

  • As marchas e o comunicado dos militares revoltosos tornaram claro que se estava a viver um dia extraordinário. Um estudante de Filosofia, do MRPP faz a sua caminhada pelas ruas até à sede da PIDE. Hoje investigador, este é o seu relato pessoal dos acontecimentos 43 anos depois.

  • A imprevisibilidade de Trump provou ser eficaz durante a campanha. Agora está a revelar-se como uma das maiores fraquezas da política externa norte-americana.

  • Como é que o Estado Novo lidava com o mendigo, o vadio, o cadastrado, “a prostituta de escândalo público”, o homossexual e outras figuras que entendia como um perigo para a identidade nacional? Que modelo criou para os reprimir e regenerar?

  • A primeira retrospectiva dedicada a Victor Palla e a Bento d’Almeida mostra que eles são muito mais dos que os arquitectos dos snack-bares. Ou a história de como dois netos salvam parte da memória da arquitectura moderna portuguesa.

  • Em palco com Cinema, texto de Annie Baker, Rita Cabaço volta a mostrar o porquê de ser uma das actrizes mais entusiasmantes do teatro português. Ligada aos últimos anos da Cornucópia e fundadora do Teatro da Cidade, quer encontrar no teatro um lugar de comunidade, de encontro com os outros.

  • Há propostas de incompatibilidade bem como do seu inverso ao longo de toda a história das ciências. A própria vida de Darwin, e a sua obra sobre a evolução, são caso paradigmático das relações entre ciência e religião.

  • Só o grotesco dá a totalidade da experiência humana, diz-nos o cineasta Bruno Dumont. O trágico não chega. Ma Loute, história de burgueses e proletários, de incesto e antropofagia, chega às salas dia 20. É uma epopeia. Eis o homem.

  • O pudor e a militância fizeram-no chegar só agora. Tradutor, editor, agricultor, escreveu uma sátira ébria sobre a actualidade a partir do mundo rural. Alucinar o Estrume é também a história do seu autor, homem à margem que acha o mundo tragicamente ridículo.

  • Uma temporada - novo ciclo da Leopardo Filmes - para descobrir, ou redescobrir, um dos mestres absolutos da 7ª arte, um cineasta humanista e profundamente sensível que soube tocar na ferida das regras rígidas da sociedade japonesa.