Ler devagar

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  • Há poucos anos, insegura com o que fazer da vida, começou a trabalhar numa fábrica de aço. Agora, a partir de elementos de música urbana de rua, cria sonoridades de complexidade rítmica como é raro escutarmos, sendo ouvida em museus e enaltecida por gente das vanguardas ou da dança contemporânea.

  • Baba Ramdev é uma das figuras mais conhecidas na Índia. Guru do ioga, ajudou a pôr Narendra Modi no poder, em 2014. Desde então, o seu negócio de produtos de consumo, um império que tanto vende cremes de Aloe Vera como barras energéticas, não parou de crescer.

  • De visita à exposição Mar Nosso, no Museu Marítimo de Ílhavo, um casal de antigos pescadores de Caxinas (re)encontrou-se, através da obra do fotógrafo Artur Pastor, com as memórias de um Portugal engolido pela maré do tempo.

  • British Queer Art 1861-1967, na Tate Britain, explora uma complexidade de histórias, vidas e identidades por descobrir e contar. Ou como um conjunto de figuras, num mundo distante das movimentações LGBT, criaram um espaço de liberdade e de expressão para as suas obras e vidas.

  • O trabalho Paul Beatty em O Vendido é invulgar em escritores afro-americanos. Ri da condição negra enquanto toca em feridas e traumas antigos. Um atrevido e corajoso olhar satírico sobre a identidade que cobre segregação, classe e raça. O romance valeu-lhe o Booker.

  • Depois de Auto-Rádio, a magnífica estreia, Benjamim regressa com um disco a meias, em português e inglês. O quê? Tenham calma, faz todo o sentido.

  • Criado nas vésperas da crise, o Atelier Rua conta a história de uma geração que entrou em modo de resistência. Composto por quatro sócios, é também o espelho de como a autoria é em arquitectura cada vez mais uma questão colectiva.

  • Hamza bin Laden, o 15.º filho do terrorista que planeou o 11 de Setembro, tem aproveitado os reveses do Estado Islâmico no Iraque e na Síria para oferecer aos jihadistas uma nova alternativa. Em gravações áudio recentes, apela a ataques a interesses judeus, americanos, europeus.

  • Maria Semple, mãe, escritora, argumentista de séries de TV, mulher de um humorista, tem gargalhada fácil mesmo quando fala de um “assunto sério”: mulheres destroçadas, com tudo para serem felizes, mas incapazes de chegarem ao fim do dia sem um enorme sentimento de frustração.