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Mais activista, mais politizada, mais feminista e mais negra. É também assim a América, que defende a cultura da inclusão e diversidade, da justiça social e racial e onde a academia está consciente das desigualdades e empenhada em desafiá-las. Como se coaduna isto com a presidência de Donald Trump?

  • Mais activista, mais politizada, mais feminista e mais negra. É também assim a América, que defende a cultura da inclusão e diversidade, da justiça social e racial e onde a academia está consciente das desigualdades e empenhada em desafiá-las. Como se coaduna isto com a presidência de Donald Trump?

  • Em Londres, alunos universitários questionaram o estudo de filósofos brancos como Kant e a ausência de autores africanos ou asiáticos nos currículos. O movimento pela descolonização das mentalidades cresce, dizem. Um debate "velho em África" que a Europa "não tem acompanhado". E em Portugal?

  • As aldeias e florestas que sofreram com os incêndios ficam entregues à sua própria sorte. Manuel, Carlos, Fátima, Irménia ou Joaquim perderam casas, animais, produções agrícolas. Esta terça-feira, o Conselho de Ministros aprova um conjunto de medidas para a reforma da floresta.

  • Os novatos chegaram a pé, a elite aterrou já com exposições agendadas. Nos últimos cinco anos, Berlim recebeu de braços abertos mais de 5 mil artistas e intelectuais sírios. Expressam nas suas obras o sentimento em relação ao país que abandonaram, a partir de um exílio, angustiante e inspirador.

  • Território procurado pela ficção, o Dakota do Norte tornou-se recentemente universal por causa de Standing Rock. A realidade dos índios, quase sempre na sombra, está a ganhar em visibilidade à comédia negra de Fargo. É a chegada a um Oeste que pede justiça.

  • Está em mudança a forma como os portugueses residentes em Portugal encaram os portugueses residentes no estrangeiro. Já não há os choques de outros tempos. O emigrante já não é só o trabalhador agrícola ou o operário fabril. Pode ser qualquer um.

  • Os números confirmam: a agricultura biológica atrai cada vez mais pessoas. Mas na Quinta dos Sete Nomes está-se “um passo à frente”. Ali, produz-se em permacultura e o objectivo é “fechar ciclos de auto-suficiência”. Mas ninguém quer viver numa bolha. Há uma rede com vários fios. Fomos segui-los.

  • Fundada em 2001, quando a venda de discos já vinha por aí abaixo, uma pequena editora portuguesa dedicada ao jazz contemporâneo tornou-se uma das mais importantes no mundo. Hoje, a Clean Feed leva mais de quatro centenas de discos publicados.Ao leme desta história improvável está Pedro Costa.

  • No princípio da era europeia, o calçado, a têxtil, a cortiça e a agricultura eram patinhos feios. Sectores arcaicos, diziam. Inviáveis, notavam. Condenados, garantiam. Ninguém acreditava que os empresários das anedotas com amantes e carros de luxo dessem a volta à globalização e ao euro. Deram.

  • Aviso: Este texto pode abrir-lhe o apetite. Vamos falar de queijos, de broa de Avintes, de alheiras, de azeitonas, de chícharo, a lista não tem fim e dava para um refeição completa com entradas, prato principal e sobremesa. Servida por cientistas.