Svetlana Alexievich torna a dar voz aos que não estavam destinados a ficar na História, assumindo-se como uma “historiadora” do que não deixa vestígios.

  • Svetlana Alexievich torna a dar voz aos que não estavam destinados a ficar na História, assumindo-se como uma “historiadora” do que não deixa vestígios.

  • Júlio de Almeida foi e é do MPLA. Mas está desiludido. E vai daí agarrou-se à ficção para com as armas da literatura se entregar a um ajuste de contas com a realidade.

  • Wolf Eyes, trio de Michigan, apostam mais na sugestão do que no ataque. Actuam quarta-feira na ZDB, em Lisboa.

  • Os relatos de Em Viagem pela Europa de Leste são um testemunho imprescindível, não só para compreender a história do século XX, mas também para confirmar a genialidade de Márquez.

  • O primeiro álbum de Slow J confirma a potência, a diversidade e a ambição da proposta de um artista singular, dotadíssimo e de faro rompedor, que abanará a música portuguesa.

  • Demora até que Coração Mais Que Perfeito se liberte das fragilidades de um primeiro romance.

  • A exposição de Jorge Queiroz não está completa, encerrada, terminada, indica um caminho que o espectador deve seguir para encontrar a pintura, o desenho, a obra.

  • A Idade das Sombras tem muito de maquinal e desalmado, e tende forçosamente para o tédio.

  • É pela “presença” de Sonia Braga, e o modo como cria se cria um prolongamento e se “faz corpo” entre a personagem e o espaço, que Aquarius revela a inteligência da sua construção.

  • O primeiro grande filme de Wim Wenders sobre a América (mas não só) regressa numa cópia maravilhosamente restaurada: Alice nas Cidades.