O filme de William Oldroyd, Lady Macbeth, não tem outra coisa a propor que não uma leitura estereotipada - de questões de género, de questões de classe, de questões de raça.

  • O filme de William Oldroyd, Lady Macbeth, não tem outra coisa a propor que não uma leitura estereotipada - de questões de género, de questões de classe, de questões de raça.

  • Doze contos que mostram que o gosto de Mariana Enriquez vai para o bizarro, o inominável, até para o paranormal: As Coisas que Perdemos no Fogo.

  • Durante um ano, Isabel Lucas, jornalista e crítica literária, foi publicando neste jornal o produto das suas reportagens, que agora vêem a luz sob a forma de livro: Viagem ao Sonho Americano.

  • Christopher Nolan continua a acreditar no cinema como uma experiência em sala e, com Dunkirk, faz um filme “fora de tempo” que envergonha quase toda a concorrência hollywoodiana

  • Putas Assassinas: catálogo de personagens em que transparece, tão ao jeito de Bolaño, a melancolia da derrota, não raras vezes associada a uma violência que parece trazida pelo destino.

  • Em António Zambujo a cantar Chico Buarque, o espectáculo perde em comparação com o disco, mas também há nele momentos de antologia, a reter.

  • Fernanda Fragateiro trabalha sobre a história da arquitectura.

  • Os cães ladram e a caravana passa: com maior ou menor atenção mediática, os homens das capas negras continua a manter os seus índices de qualidade em alta.

  • Sem revoluções, a norte-americana parece descer do pedestal e afastar-se das polémicas: podemos apreciá-la pelo seu óbvio talento.

  • Florence Pugh é espantosa em Lady Macbeth no modo como passa da desesperada desolação da solidão à dureza inquebrável e insensível.