A economia portuguesa enfrenta, tal como foi sublinhado pela DBRS na sua última avaliação, quatro desafios importantes: o nível elevado de dívida pública, um crescimento potencial fraco, pressões orçamentais e um endividamento elevado do sector empresarial.

  • A economia portuguesa enfrenta, tal como foi sublinhado pela DBRS na sua última avaliação, quatro desafios importantes: o nível elevado de dívida pública, um crescimento potencial fraco, pressões orçamentais e um endividamento elevado do sector empresarial.

  • Se o mito de que não podemos crescer nem convergir na zona euro tiver o mesmo destino que teve o seu primo austeritário, torna-se agora manifesto para onde devem ser dirigidos os nossos recursos intelectuais e políticos, sem perda de tempo: para o debate sobre a reforma do euro e da União Europeia.

  • "Pouco transparente" e sem "legitimidade democrática" - é assim que muitos governos da União Europeia vêem o conselho "informal" de ministros das Finanças da zona euro.

  • A troika saiu do país três anos depois, mas o regresso de Portugal a um cenário de crescimento mais elevado e taxas de desemprego mais baixas não tem sido fácil.

  • Parece irónico, mas é graças aos ataques norte-americanos aos excedentes alemães que o problema ganhou notoriedade.

  • Em vez de entendermos o debate que agora se abre como a “última oportunidade” para a Europa, entendamo-lo antes como a primeira oportunidade para fazer qualquer coisa de novo: participar nele em vez de o rejeitar à partida.

  • Portugal deve ganhar folga para evitar mais austeridade, assume Louçã, um dos autores do relatório sobre a dívida. As agências de rating não vão melhorar a notação por sermos bons alunos, considera.

  • A principal taxa de refinanciamento mantém-se em 0%, um mínimo que se fixou desde Março de 2016.