Artigos deste autor

  • Fátima espera um milhão de visitantes por estes dias. E preparou-se para a enchente que acompanha o Papa Francisco e a cerimónia de canonização dos pastorinhos. Neste mapa encontra algumas informações úteis, desde a localização dos ecrãs gigantes onde pode acompanhar tudo o que se passa, até às farmácias em funcionamento.

  • O Índice Anual de Liberdade de Imprensa no Mundo, elaborado pelos Repórteres sem Fronteiras, mostra uma subida do número de países com mais violações e abusos contra uma imprensa livre. Em certas partes do mundo os jornalistas enfrentam o risco de serem perseguidos, presos e assassinados por fazerem o seu trabalho de noticiar e divulgar informação. Do outro lado, nos países onde a liberdade de imprensa é considerada boa, uma preocupação obsessiva com a vigilância antiterrorismo abre espaço à violação do direito à confidencialidade/privacidade das fontes. A Finlândia, o Canadá, os EUA, por exemplo, obtiveram pontuações mais elevadas, descendo vários lugares no ranking deste ano. O valor total do índice sobe de 3395  em 2013 para 3872, representando um agravamento de 14% na Liberdade de Imprensa global
     

  • A edição centenária da maior e mais importante feira de relojoaria e joalharia do mundo – Baselworld – começa na quarta-feira, em Basileia, na Suíça.  É a maior e mais antiga feira de relojoaria e joalharia do mundo e uma das maiores concentrações de riqueza à face do planeta. Baselworld junta grandes marcas, assim como outras em ascensão. O evento anual acontece desde 1917, normalmente em Março, e por toda a cidade de Basileia, na Suíça, acontecem centenas de eventos satélite. As marcas de topo investem milhões de euros na presença na feira.​

  • "O Gambrinus é um dos dois locais em Lisboa onde há memória de Cavaco ter restaurado o estômago. O outro é a Varina da Madragoa, que, pela sua proximidade da Assembleia da República, é uma espécie de refeitório de políticos. E é talvez o único restaurante com o exclusivo de ter na parede uma foto de Cavaco à mesa, numa das suas salas."

  • Nos primeiros 365 dias de mandato, o Presidente da República teve raros momentos sem agenda. É consensual que foi um chefe de Estado próximo e hiperactivo. Passou por 54 dos 308 concelhos portugueses e fez 21 viagens para o estrangeiro. Os quatro anos que faltam, diz, “vão ser extenuantes”.