O nacionalismo volta a ameaçar a Europa

A velha ideia de que esta vaga nacionalista seria facilmente contida e acabaria por recuar é negada pelos factos todos os dias.

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1. Viktor Orbán quis ser o primeiro dirigente europeu a saudar a vitória de Geert Wilders nas eleições legislativas dos Países Baixos. Telefonou-lhe para celebrar o verdadeiro “tremor de terra” eleitoral que provocou. “O vento da mudança está a soprar”, escreveu na rede social X. Não foi o único. A extrema-direita europeia já deixou de viver há muito nas franjas das democracias liberais para se transformar numa força política que disputa directamente o poder. Que já faz parte das soluções governativas em vários países da União Europeia.

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