“Ligar do móvel para o 112 ainda ‘é uma preocupação’ na ilha de São Jorge”, publicado a 18 de Abril de 2023

Direito de resposta do conselho de administração da Altice a notícia publicada a 18 de Abril de 2023 nas edições impressa e online do PÚBLICO.

1. O artigo publicado contém referências que não são totalmente verídicas ou corretas e que afetam a reputação e boa fama da MEO, pelo que não podem manter-se como incontestadas na esfera pública.

2. Cumpre, assim, informar e esclarecer que a Região Autónoma dos Açores tem índices de cobertura da MEO perfeitamente adequados e em linha com os índices de cobertura da MEO a nível nacional, ascendendo, no que respeita aos serviços de voz na tecnologia 2G, a 99% da população, a mais de 96% da população na tecnologia 4G e a 75% da população na tecnologia 5G.

3. A totalidade das estações base da MEO, instaladas na Região Autónoma dos Açores, estão equipadas com a tecnologia 4G (e não apenas 2G e 3G, conforme é referido no artigo pela Anacom) – facto que é do conhecimento da Anacom, já que cada estação e respetiva utilização de espectro é licenciada junto desta entidade.

4. Acresce que em todas as ilhas e concelhos da Região Autónoma dos Açores existem estações base com tecnologia 5G.

5. Ora, só com elevados investimentos é possível assegurar tais níveis de cobertura.

6. Assim, não só não é verdade que a MEO disponibilize “tecnologia antiga”, como também que tem menor cobertura ou pior desempenho e que invista menos.

7. A MEO é o operador que mais tem investido na Região Autónoma dos Açores, facto esse que está espelhado, tanto na qualidade de serviço, como na escolha dos clientes, materializando-se numa quota de mercado de 64%.

8. Para além disso, a MEO mantém o seu compromisso de apoiar a competitividade da economia regional para criar as condições de atrair mais investimento e assim melhorar a qualidade de vida dos açorianos, tendo previsto, ainda para 2023, um reforço significativo do investimento na rede móvel.

9. Face ao exposto, a MEO não pode também deixar de lamentar não ter sido contactada previamente à publicação do artigo e, portanto, não ter tido a oportunidade de prestar todos os esclarecimentos que se impunham à luz do direito ao contraditório.

Alexandre Filipe Teixeira da Fonseca, presidente do conselho de administração da MEO – Serviços de Comunicações e Multimédia, S.A.

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