Malária estabilizou em 2021, mas só se cumpriu metade da meta definida para esse ano

O relatório da Organização Mundial da Saúde é agridoce. Apesar de os números não terem disparado após a pandemia, os objectivos estabelecidos em 2000 estão muito longe de ser cumpridos.

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Redes mosquiteiras na Tanzânia: especialistas alertam para estagnação no combate à malária, que causou mais de 600 mil mortes em 2021 Katy Migiro/Reuters

Há boas e más notícias no Relatório Mundial sobre Malária de 2022, divulgado esta quinta-feira pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Primeiro, as boas: o número de mortes estimadas pela OMS em 2021 estabilizou e os casos crescem a um ritmo mais lento. Agora, as más: apesar das perspectivas animadoras, estamos muito longe das metas propostas e, a continuar assim, em 2030 estaremos aquém dessas metas em 88%. E, como já tinha sido adiantado nestes últimos anos, a pandemia da covid-19 não ajudou nestas contas.

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