Matthew McConaughey com muita filosofia do Texas

O actor de O Clube de Dallas escreveu Luz Verde, menos um livro de memórias do que uma meditação sobre saber viver, sem mexericos de Hollywood.

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Miller Mobley

“Eu sabia que não queria fazer um livro de memórias convencional, não queria nada de sentimentalismo açucarado.” Matthew McConaughey (Uvalde, 1969) está sentado do outro lado do ecrã, uma bandeira do Texas à esquerda e outra dos EUA à direita, e está a agarrar o joelho enquanto conversa. “Também não queria que tivesse aquela recessão de alguém que se vai retirar, que diz ‘boa noite, vou-me embora’. Mas sabia que tinha histórias e coisas sobre mim mesmo que eu achava interessantes mas das quais ninguém quereria necessariamente saber. A não ser que as escrevesse de maneira a que outras pessoas se vissem nelas, não valia a pena pô-las na página.”

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