Se a comida no supermercado é muito “aborrecida”, comam-se pataniscas de algas e bolo de funcho

“Estamos a mandar vir superalimentos do outro lado do mundo quando os temos aqui”, diz a chef Maria Tavares. O Parque Natural do Litoral Norte fez 17 anos e, para comemorar, A Recoletora convidou a chef e a herbalista Fernanda Botelho para um passeio de identificação e cozinha de plantas silvestres comestíveis.

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Maria Tavares: "Como de tudo um pouco desde que de uma forma consciente” Luís Octávio Costa
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Luís Octávio Costa Fernanda Botelho, a mentora do projecto A Recoletora
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Luís Octávio Costa Ilustração de um dos participantes do passeio, o artista João Abel Mota
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Luís Octávio Costa Produtos “locais, gratuitos e abundantes” e “muito nutritivos”, anota Maria Ruivo
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Luís Octávio Costa O <i>showcooking</i> numa cozinha ambulante
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Luís Octávio Costa O refresco de erva-do-caril

Um punhado de salicórnia e dois ou três caules de gramata-branca, um raminho de erva-do-caril e um molho de hortelã-de-burro e, já agora, também levo erva-patinha-castanha e percebes-dos-pobres para picar ao pôr-de-sol. Maria Tavares aborrece-se no supermercado, onde “tudo brilha” e “tudo é tão perfeitinho” dentro das embalagens, alinhadas nas prateleiras. “Isto não é o mundo real! Uma pessoa vai ao supermercado e a coisa é tão aborrecida que eu penso há muito mais do que isto”, comenta com a Fugas à medida que vamos caminhando no Parque Natural do Litoral Norte e provando as plantas silvestres que estão — literalmente — em todo o lado. “São opções infinitas”.

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