Relatório aponta falhas sistémicas e vazio de liderança na resposta ao ataque em Uvalde

Polícias são acusados de terem dado prioridade à sua própria segurança em detrimento da vida das crianças, ao contrário do que lhes é dito nos treinos. Comissão de inquérito denuncia falta de liderança, decisões erradas e falhas de comunicação na resposta ao ataque em que foram mortas 19 crianças e duas professoras.

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O relatório é particularmente duro para o chefe da polícia do distrito da escola, Peter Arredondo AARON E. MARTINEZ/Reuters

O atirador que matou 19 crianças e duas professoras na escola primária de Uvalde, no estado norte-americano do Texas, no dia 24 de Maio, permaneceu fechado com dezenas de alunos em duas salas contíguas, durante 77 minutos, porque nenhum dos 376 polícias que responderam ao ataque teve a iniciativa de assumir a liderança das operações, nem confirmou se alguém tinha reclamado essa responsabilidade.

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