Lei norte-americana prevê que o Presidente não precisa do acordo dos seus assessores militares ou do Congresso dos EUA para ordenar ataques nucleares. Assessores políticos ou militares não poderiam impedi-lo.

  • Lei norte-americana prevê que o Presidente não precisa do acordo dos seus assessores militares ou do Congresso dos EUA para ordenar ataques nucleares. Assessores políticos ou militares não poderiam impedi-lo.

  • Califórnia e Denver são alvos possíveis, mas mesmo Nova Iorque e Washington poderiam estar na mira das novas armas de Pyongyang.

  • É a segunda vez que o regime consegue testar com sucesso um míssil de longo alcance, com capacidade para alcançar território dos EUA. O primeiro-ministro japonês exige mais pressão internacional sobre Pyongyang.

  • Os agrupamentos foram e são instrumentos de centralização e controlo político, da responsabilidade do PS e do PSD.

  • Comércio mundial de armas no nível mais elevado desde fim da Guerra Fria. Países da UE estão entre os principais exportadores. ONG querem controlo mais apertados devido à situação nos países de destino.

  • Nenhum dos nove países com armas nucleares – Estados Unidos, Rússia, Reino Unido, França, Israel, China, Índia, Paquistão e Coreia do Norte – participou nas negociações.

  • Numa reunião de emergência do Conselho de Segurança da ONU, Washington acusou Pyongyang de estar “a reduzir rapidamente a possibilidade de uma solução diplomática” para a crise nuclear.

  • Presidente dos EUA critica relação comercial entre Pequim e Pyongyang. "Valeu de muito ter a China a trabalhar connosco", lamentou.

  • O sistema de videovigilância dos Paióis Nacionais de Tancos está avariado desde 2015. A nova instalação/reparação, que estava prevista para 2018, foi agora antecipada para este ano. Nos últimos dois anos, a aposta do Exército nesta matéria foi para outras unidades.