Crise chega às tecnológicas em Portugal: a Remote despede 9%

Startup co-fundada pelo português Marcelo Lebre dispensa 100 pessoas e extingue postos de trabalho em Portugal. Há três meses tinha recebido 300 milhões de dólares. A culpa, dizem, é da recessão.

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Marcelo Lebre (esq.) e Job van der Voort (dir.) são os fundadores da Remote que, no último ano, angariou 445 milhões de dólares para uma "startup" com fortes ligações a Portugal DR

Durante o último ano, a Remote andou nos jornais a ser apelidada o quinto “unicórnio” português. Tal não era verdade quando as coisas corriam bem, porque ter um co-fundador português não basta para uma startup com sede no estado do Delaware (EUA) e actividade principal em São Francisco ser portuguesa; e tal não é verdade agora, que a empresa está a despedir cerca de 9% dos seus 1028 trabalhadores. Ao todo, serão dispensadas 100 pessoas, incluindo em Portugal. Torna-se o caso mais notório da crise a bater à porta das startups ​tecnológicas em Portugal.

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