Novo Banco pagou mais de 1,3 milhões a empresa de lobbying para gerir crises de reputação

A Brunswick – empresa de lobbying com altos quadros de governos americanos e europeus – acompanha o Novo Banco desde a sua criação e os seus serviços foram requisitados por Ramalho perante o avolumar de polémicas mediáticas que desencadearam uma comissão de inquérito.

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Idas de António Ramalho ao Parlamento motivaram a criação de uma "task force" de comunicação para acompanhar o processo. Nuno Ferreira Santos

Aquele que já é considerado o maior sorvedouro de fundos públicos (10,5 mil milhões de euros) da história da banca portuguesa, o Novo Banco (NB), investiu cerca de dois milhões de euros a montar uma estratégia de comunicação externa destinada a gerir as guerras mediáticas e políticas em que se envolveu, que incluiu assessores individuais, agências de comunicação, grupos de relações públicas internacionais especializados em lobbying e na intermediação dos interesses privados com os públicos.

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