Como um gene pode abrandar o envelhecimento e aumentar a longevidade em 30%

Equipa portuguesa dá mais um passo com o gene FOXM1. Depois de diminuir o envelhecimento em células da pele, a equipa liderada por Elsa Logarinho conseguiu reduzir os danos nos órgãos de um organismo completo.

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À medida que envelhecemos, temos menores níveis de divisão celular e perdemos a capacidade de regenerar os nossos tecidos e órgãos Adriano Miranda
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Ilustração na capa revista científica Nature Aging , dedicada à investigação portuguesa Nature Aging

Há genes para tudo, incluindo para o envelhecimento. E não, não é o “elixir da juventude”. É mais um passo na compreensão do papel do FOXM1 no nosso envelhecimento, o gene em que a equipa portuguesa liderada por Elsa Logarinho tem trabalhado – em busca de mais longevidade e melhor qualidade de vida. E foi isso que encontraram, agora em ratinhos: um aumento de 30% na longevidade e melhores funções dos órgãos, tudo pelo aumento dos níveis deste gene.

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