Empresário que perdeu 21 milhões insiste em acusar gestor do Banco Privée Espírito Santo de burla qualificada

Quatro testemunhas apresentadas por um empresário português que perdeu mais de 21 milhões de euros com o colapso do Grupo Espírito Santo foram ouvidas esta quarta-feira pelo juiz Ivo Rosa. Diligências de Instrução continuam esta quinta-feira.

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O juiz Ivo Rosa (na foto) ouviu esta quarta-feira quatro testemunhas a pedido de um empresário que é assistente. LUSA/MANUEL DE ALMEIDA

O Ministério Público arquivou a queixa contra os funcionários do Banco Privée Espírito Santo, que o empresário Carlos Malveiro considera que o enganaram. Mas nem isso fez o antigo cliente, que perdeu mais de 21 milhões de euros com o colapso do grupo, baixar os braços. Carlos Malveiro avançou para instrução e tenta levar a julgamento por um crime de burla qualificada o gestor da sua conta na Suíça, que, insiste, o ludibriou.

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