“Com o egoísmo só queremos maximizar o lucro no imediato e não queremos saber das gerações futuras”

Matthieu Ricard começou a sua carreira como cientista, mas cedo trocou o mundo intelectual pelo budismo tibetano. Aos 76 anos, diz sentir-se afortunado pela vida que tem levado nos Himalaias desde então.

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Matthieu Ricard
Matthieu Ricard, docteur en génétique cellulaire français, moine bouddhiste tibétain, écrivain et photographe, au Salon du Livre et de la Presse à Genève en Suisse le 3 mai 2015. �
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Matthieu Ricard, cientista francês de genética celular, monge budista tibetano, escritor e fotógrafo Jean-Marc ZAORSKI/Gamma-Rapho via Getty Images

À pergunta “Quem é que é a pessoa mais feliz do mundo?”, a Google responde: Matthieu Ricard. Tal foi obra dos meios de comunicação social, comenta em todas as entrevistas este monge tibetano nascido em França, explicando que hiperbolizaram os resultados de um estudo científico da Universidade de Wisconsin, EUA, em que tem estado envolvido há 20 anos e no qual se concluiu que possuía níveis extraordinários de “emoções positivas” e de controlo mental. O motivo: longos anos a praticar meditação. Matthieu Ricard deu os seus primeiros passos como cientista, mas cedo, aos 26 anos, após terminar o doutoramento em genética molecular, decidiu trocar o meio intelectual pelo espiritual.

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