Os 7 magníficos

Festivais online, filmes adiados, projectos suspensos ou improvisados — e contudo o cinema português de autor continua a dar cartas, a existir, a seduzir programadores, críticos, cinéfilos. Entre hoje e dia 20, sete cineastas portugueses revelam cinco longas e duas curtas “feitas à mão” num festival de Berlim de regresso às salas.

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Faz agora mais ou menos uma semana: um filme português saiu de um festival europeu com o prémio máximo. Foi em Roterdão, que decorreu online, e Pedro Neves Marques obteve um dos três prémios da competição Ammodo Tiger Shorts com a curta-metragem Tornar-se um Homem na Idade Média. Pela mesma altura, O Que Resta de Bruno Soares vencia a categoria de curtas do festival de primeiras obras Premiers Plans de Angers. A partir de hoje, sete cineastas representam Portugal no Festival de Berlim, que teve início ontem e se prolongará ate dia 20, regressando a uma fórmula presencial depois de uma edição híbrida em 2021, com a curta By Flávio de Pedro Cabeleira à cabeça na competição Berlinale Shorts.

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