Em Santo Tirso, há diálogos entre pessoas e esculturas — e Rita investiga essa relação

A investigadora da FBAUP, natural e residente em Santo Tirso, quer perceber como interagem os habitantes daquele concelho com as 54 esculturas contemporâneas que há muito ocupam o espaço público, sem barreiras. Para isso, criou um “arquivo vivo” onde vai depositando apreciações mais ou menos elaboradas sobre cada uma delas.

Foto
Rita Costa Nelson Garrido

Ao pé da casa de Rita Costa, bem perto da central de camionagem de Santo Tirso, há duas esculturas de granito: Água sobre a Terra e O Barco, a Lua e a Montanha, ambas de Alberto Carneiro. Se decidir caminhar até à sede da câmara municipal, encontrará, no percurso, outras três — Mira Hacie Dientro de Ti, Sem o Teu Nome e Sem Título, assinadas, respectivamente por David Lamelas, Rui Chafes e Dani Karavan. Chegada à Praça 25 de Abril, que antecipa o edifício, verá O Guardião da Pedra que Dorme (Mark Brusse) a cumprir a sua tarefa.

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