Rafael Tonon: “Só quero comer e ser feliz. Eu estou cansado de comer conceito, sabe?”

O jornalista gastronómico brasileiro acaba de lançar um livro sobre as revoluções da comida, desde o nascimento dos restaurantes à eventual futura “roupa de nutrientes”, passando pelas cadeias de hambúrgueres, pelo culto da comida local, e pela nossa responsabilidade na tragédia dos anfíbios.

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José Sarmento de Matos

Há no livro de Rafael Tonon, As Revoluções da Comida, uma história particularmente perturbadora, sobretudo para leitores que, como é o caso de todos nós neste momento, estão a viver uma pandemia. Conta o jornalista brasileiro especializado em gastronomia, actualmente a viver no Porto (e colaborador da Fugas), que “o maior extermínio do século XX não aconteceu na Europa das duas grandes guerras”.

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Há no livro de Rafael Tonon, As Revoluções da Comida, uma história particularmente perturbadora, sobretudo para leitores que, como é o caso de todos nós neste momento, estão a viver uma pandemia. Conta o jornalista brasileiro especializado em gastronomia, actualmente a viver no Porto (e colaborador da Fugas), que “o maior extermínio do século XX não aconteceu na Europa das duas grandes guerras”.