“Seria bom ouvirmos o Presidente de Portugal sobre a violação de direitos humanos na Guiné-Bissau”

Califa Seidi, líder parlamentar do PAIGC, considera “inoportuna” a visita de Marcelo ao país, por causa da situação política mas também da pandemia. Partido não participa no encontro desta tarde na Assembleia Nacional.

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Marcelo foi recebido com multidões na rua em Bissau LUSA/JOSÉ SENA GOULÃO

O PAIGC, o maior partido da Guiné-Bissau, hoje na oposição, vai faltar ao encontro desta terça-feira à tarde do Presidente da República português com os líderes dos partidos parlamentares e da Mesa da Assembleia Nacional deste país africano. “Consideramos que a visita do Presidente português é inoportuna neste momento e nestas circunstâncias”, justificou o seu líder parlamentar, Califa Seidi, em declarações ao PÚBLICO por telefone.