Portugal sem grandes avanços na prevenção da corrupção no Parlamento e nos tribunais

Relatório intercalar do Grupo de Estados Contra a Corrupção identifica “pequenos progressos” no cumprimento das recomendações do Conselho da Europa para prevenir e combater a corrupção de deputados, juízes e procuradores.

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NELSON GARRIDO

Portugal não registou grandes avanços na prevenção da corrupção dos seus parlamentares e magistrados, e nos últimos cinco anos apenas cumpriu satisfatoriamente três das quinze recomendações apresentadas ao país pelo Grupo de Estados Contra a Corrupção (GRECO, na sigla em inglês) do Conselho da Europa.