“Uma entidade que fiscalize a classe política tem de ser independente”

Susana Coroado, presidente da Transparência e Integridade, considera que a estratégia nacional de combate à corrupção falha no combate à corrupção política, com riscos para a democracia. Mas espera para ver o que será a agência anti-corrupção que o Governo anunciou.

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Susana Coroado, presidente da Transparência e Integridade Rui Gaudêncio

Susana Coroado, presidente da Transparência e Integridade, lamenta as lacunas da proposta da Estratégia Nacional do Combate à Corrupção ao nível do branqueamento de capitais, do financiamento político ou da contratação pública. Na sua opinião, “o Governo tem um problema com a independência das entidades” que combatem a corrupção.